. . Mania de Organizar e Viver Saudável: Julho 2016

10/07/2016

Panelas de cerâmica, vale a pena adquirir?

"Qualidade no cozimento dos alimentos, praticidade no manuseio e beleza que ajuda na decoração da cozinha."





Essa é uma das frases que encontramos quando pesquisamos para adquirir esse tipo de panela. 
Já faz algum tempo que tenho o desejo de adquirir uma frigideira revestida com cerâmica para preparar minha tapioca matinal/diária. Tinha lido de algumas pessoas que recomendavam a utilização, mas sempre achei muito cara.

Fiz uma pesquisa a respeito desse tipo de utensílio e agora, finalmente tomei coragem e adquiri um conjunto de 5 peças (3 panelas e 2 frigideiras) para dar de presente à minha filha, mas eu, de olho grande, fiquei com uma frigideira para mim. 

Algumas vantagens: conservam o calor, mantendo o alimento aquecido por mais tempo, é mais duradoura e de fácil higienização, mas não são recomendadas para preparar pratos ácidos, como vinagrete. Atualmente também são mais leves e mais resistentes que os modelos antigos e podem ser encontradas em diversos formatos, tamanhos e cores.

Mas, elas devem ser manipuladas com cuidado para não lascar. Além disso, não são totalmente antiaderentes como as de teflon, por exemplo. É importante ter colheres, conchas e escumadeiras que não agridam o  revestimento cerâmico: silicone, madeira, plástico. Funciona para quase qualquer tipo de alimento e preparo, mas o uso mais indicado é para cozidos e refogados.

Para adquirir panelas, há muitos materiais disponíveis e além da praticidade e conforto, precisamos também estar atentos aos problemas que alguns podem causar na nossa saúde. Mesmo que as panelas liberem apenas pequenas quantidades de substâncias tóxicas, precisamos levar em conta que isso ocorre em todas as refeições, durante anos seguidos, o que faz com  que pequenas quantidades, ao longo dos anos, se transformem em grandes quantidades acumuladas no organismo. "De grão em grão a galinha enche o papo." Para saber a respeito de cada material, veja aqui.

A panelas de cerâmica sofrem um tratamento térmico em fornos de alta temperatura. Em seguida recebem uma camada fina e contínua de um vidrado, também conhecido com esmalte, que é submetido a queima a 1300ºC, adquirindo uma aspecto vítreo. A vitrificação torna a panela com uma superfície mais homogênea, impermeável, sem porosidade, ou seja, a panela fica esteticamente mais bonita e com características que a tornam mais higiênica. 

Se quiser saber sobre os tipos de material e utilizações recomendadas para cada tipo de panela, dê uma olhada aqui.


08/07/2016

Muita coisa mudou...

Bom dia!

Praia de Santos/SP (2014)

Estive ausente por muito tempo nesse espaço, mas senti saudades. Bateu uma nostalgia recentemente e resolvi escrever. Se vou escrever sempre? Não sei! Pode ser que sim, pode ser que não. Meu foco mudou um pouco e o assunto mais atual é nutrição. Mas ainda pretendo escrever sobre outros assuntos.
Parei de escrever quando voltei a trabalhar quase todos os dias e não sobrava mais tempo para isso.
Tantas coisas aconteceram depois disso...
A escola em que fui trabalhar em junho de 2011, não suportei muito tempo. Só cumpri o tempo de experiência e pedi demissão. Peguei aulas de Robótica do 1.º ao 9.º ano, a proposta era muito boa e o valor da hora/aula, razoável. Porém, a estrutura para as aulas era precária. Vocês devem lembrar como era fazer trabalho em grupo na escola. Quando a gente ia arrumar as carteiras era uma barulhada só. Pois é, passava por isso todos os dias, em todas as salas que eu chegava, porque eu é que ia com o material para a sala de aula e as montagens eram sempre em grupo. A escola não tinha uma sala só para mim, tinha salas no andar de cima e lá ia eu com as caixas dos kits da Lego. Pedia ajuda para os alunos, mas morria de medo de que deixassem as caixas caírem, e ter que arrumar tudo depois. E algumas caixas chegaram a cair em sala de aula. No dia que isso aconteceu, quase surtei! rsrs Hoje até dou risada, mas aquilo me frustrou. Quando algo assim acontece, a sala fica num alvoroço só, porque todos os alunos de uma vez querem ajudar a organizar a caixa. Tinha também uma sala de 6.º ano que ficava em outra unidade e as caixas tinham que ser levadas para lá. No início, até cheguei a levar em meu carro, mas o equipamento era muito caro para andar na rua com ele. Outras pessoas passaram a levar, mas aconteceu de chegar lá e não ter material para trabalhar com os alunos. Além disso, eu tinha que ficar com as turmas durante os intervalos, o que detestei, porque me sentia babá deles e não tinha sido contratada para isso. Saí porque estava me fazendo mal continuar ali.
Não tenho problemas em sair de algum lugar ou deixar de fazer alguma coisa que não esteja me fazendo bem.
No ano seguinte, fui trabalhar em uma outra escola. Era uma escola renomada na cidade onde moro e procurada pelos pais com uma melhor condição financeira para colocarem seus filhos. A estrutura era excelente e tinha uma sala só para mim, até com um projetor. A proposta foi boa porque só peguei as turmas de 6.º ano às sextas feiras. Além do valor da hora/aula ser compensador, só trabalhava uma vez por semana e isso foi excelente, porque pude me dedicar às pesquisas referente a uma pós graduação que tinha iniciado no ano anterior. Terminei a pós no final de 2012 e deu tudo certo.
No ano seguinte, me deram também as turmas de 5.º ano, permanecendo com o 6.º ano todo. Algumas coisas eram diferentes e não me encantaram ao assumir o 5.º ano, como por exemplo, o fato de que na hora do intervalo eu tinha que ficar com eles no pátio. O valor da hora/aula, também era menor. Detestei isso e quando não ficava até o final do período, a pessoa que vinha me render, demorava a chegar, o que atrapalhava minha vida para outras coisas que tinha que fazer. Aguentei o ano todo de 2013 e no ano de 2014, além dos 5.ºs anos, me deram também os 4.ºs anos. Aí a coisa pegou! Só fiquei até o mês de maio, porque me tiraram o 6.º ano e não estava mais compensando. Havia também uma questão que era difícil de encarar, porque os pais reclamavam muito do preço do livro que os alunos tinham que ter para fazer as aulas (custava R$ 280,00) e era uma exigência da Lego. Fazer o que se era exigência? Fiquei triste por um período que ainda estava trabalhando lá, mas tive o apoio do meu marido para sair.
Quem leu algumas das minhas postagens anteriores sabe que quando engravidei, decidi me alimentar bem para ter uma gestação tranquila e ter um bebê saudável. No final do ano 2000, eu e meu marido resolvemos emagrecer com Reeducação Alimentar, porque tínhamos engordado 12 kg cada um em 12 anos de casados. Fizemos e deu certo, mas fazíamos algumas coisas muito erradas. Em 2015, resolvi fazer um curso que sonhava fazer há muitos anos. Sempre me amarrei no assunto de comer direito, de melhorar a saúde, etc., então fui fazer o Curso Técnico em Nutrição e Dietética e acabei de passar para o 3.º Módulo. Gente, nesses dois primeiros módulos, já aprendi tanta coisa legal! Aos poucos vou postando algumas coisas que aprender.
Atualmente não estou trabalhando fora e posso me dedicar aos trabalhos e pesquisas do curso, além de realizar minhas tarefas do lar. Continuo sendo professora no meu íntimo e sempre que posso ensinar algo para alguém, me sinto realizada. Não sei se um dia volto a praticar a docência. Pode até ser, mas hoje o faria somente para adultos. Não aguento lidar com os filhos não educados de outras pessoas. 
Gosto de escrever. Estou de volta.


Quel