21 de fevereiro de 2017

Uma laranja podre pode estragar uma cesta inteira


Imagem free FoodiesFeed : Jakub Kapusnak

Esse é um dito popular, e normalmente essa frase é usada como conselho dos pais para os filhos para não se envolverem com pessoas de má índole. Mas isso pode acontecer no sentido literal.
Há um tempo atrás, estudei um pouco sobre frutas e aprendi várias coisas muito interessantes a respeito delas.
Quando as frutas estão amadurecendo, exalam o gás etileno, e por isso as que estão ao redor também amadurecem ou até estragam. Portanto, realmente, uma laranja podre pode estragar uma cesta inteira.


"Chama-se fruta, a parte polposa que rodeia a semente das plantas. Possui aroma característico, é rica em suco, normalmente de sabor doce, e pode na maioria das vezes, ser consumida crua."


Além de saber da existência de frutas frescas e secas, sempre entendi que frutas contém vitaminas, por isso considerava necessário consumi-las e ponto. No entanto, elas trazem em si muito mais que vitaminas, pois podem conter também: fibras, gordura, proteína, açúcares (carboidratos - glicose, frutose, sacarose e amido), água, ácidos orgânicos, etc.
Fibras insolúveis  - não são absorvidas - estão nas cascas e bagaços - deve-se beber muito líquido.
Fibras solúveis - também não são absorvidas, mas diminui a absorção de açúcares - estão nas polpas.

Mas, além das qualidades nutricionais, o consumo regular está também associado à redução do risco de câncer, de doenças cardiovasculares, do Mal de Alzheimer, de cataratas e de alguns declínios relativos ao envelhecimento.

Em termos de maturação (amadurecimento) veja como são classificadas:
- Frutas Climatéricas - continuam amadurecendo mesmo depois de colhidas;
- Frutas Não-Climatéricas - não amadurecem mais, após serem colhidas.

Dê preferência às frutas da época, porque o valor é bem menor e conserve em local seco, fresco e ventilado. Algumas frutas devem ser conservadas refrigeradas ou em câmara frigorífica. Higienize corretamente: lave em água corrente, coloque em solução clorada e enxague muito bem para então ser consumida. Se não for realizado enxágue correto, o consumo pode causar irritação gástrica.
Dependendo da forma de preparação escolhida, no pré-preparo pode haver perdas que devem ser consideradas, como por exemplo, na salada de frutas. Algumas frutas apresentam grande porcentagem de desperdício, porque possuem a casca grossa e caroços grandes em tamanho ou número (ex.: melancia - 50% de perda em relação ao peso inicial).

Se quiser saber mais um pouco sobre frutas, veja aqui as características de cada uma.


Texto de conteúdo apreendido no curso de Técnico em Nutrição e Dietética. Para tirar dúvidas sobre alimentação ou dietas, procure sempre um nutricionista.


19 de fevereiro de 2017

O Blog e a blogueira

Sobre o Blog

Ele é como uma terapia. Sou uma mulher de fases (complicada e tento ser perfeitinha) e ele foi iniciado quando saí de um trabalho que amava, onde fiquei por quase nove anos. Meu local de trabalho era em uma escola cujas atividades foram encerradas no final de 2009. Para superar a fase de luto, comecei então a escrever.
Criei o Blog em setembro de 2010 e se chamava Mania de Organizar. Sempre gostei de escrever e quando era nova, bem mais nova (adolescência), tive alguns diários. Guardei por um tempo e depois acabei jogando fora. Uma pena, pois teria muita história com detalhes para contar.
Também na adolescência ainda, me correspondia por carta com algumas pessoas cujo endereço pegava nas páginas finais de algumas revistas. Fiz amizades assim naquela época.
Por conta da rotina quando assumi um outro trabalho, estive ausente da blogsfera, mas não da blogosfera por um bom tempo, e em 2016 resolvi voltar pelo estímulo de escrever sobre coisas que estava aprendendo no curso de Técnico em Nutrição e Dietética.
No início de 2017 comecei a escrever com mais frequência, mais sobre vida saudável do que sobre organização e resolvi alterar o nome para Mania de Organizar e Viver Saudável.


Sobre a blogueira

A autovalorização é o reconhecimento que uma pessoa tem de suas próprias qualidades ou do seu próprio valor. Quando era mais nova, tinha uma tendência a me desvalorizar porque minha autoestima era muito baixa. Reconheço que tenho defeitos e manias (quem não tem?), mas com o tempo, minha autoestima melhorou um pouco e hoje consigo enxergar minhas qualidades.



  • Sou organizada (ou tento ser) e já contei aqui no Blog sobre isso.
  • Sou uma pessoa naturalmente feliz. Mas, nem sempre foi assim... já tive depressão.
  • Já chorei muito na minha vida. Hoje sorrio mais.
  • Gosto de agradar as pessoas que amo e que me amam.
  • Sou inteligente. Se me interesso, aprendo fácil.
  • Sou sincera e assertiva quanto às minhas escolhas. Se gosto, digo que gosto, se não gosto, digo que não gosto, mas tento ser educada.
  • Já fui muito explosiva, atualmente sou mais dócil.
  • Sou fiel aos meus princípios. Não me envolvo com coisas erradas, tipo corrupção. Se vier um troco a mais, devolvo. Se me cobram a menos ou a mais, pergunto o porquê.
  • Canto bem. Já cantei até em casamentos.
  • Gosto de conversar com pessoas bem-humoradas. Absorvo o bom humor com facilidade.
  • Gosto de aprender. Me sinto viva quando aprendo algo novo.
  • Gosto de ensinar. Me sinto útil quando ensino algo para alguém que se interessa.
  • Sei digitar sem olhar para o teclado. Aprendi isso ainda no curso de datilografia (faz tempo! rsrs)
  • Coloco em prática alguns conselhos depois de analisar e ver se são bons.
  • Sou transparente. Se não gostar de algo, logo quem está ao redor percebe.
  • Sou procrastinadora em alguns momentos, mas agora já me dou esse direito. Como diz minha sogra: sou minha própria patroa.
  • Odeio falsidade.
  • Tenho sorriso outdoor (meu marido me diz isso). Se estou feliz, não consigo me conter.










17 de fevereiro de 2017

Quer casar comigo?


agradecer a Deus por ele:
***

–  Quer casar comigo? –  disse ele sem hesitar.
– Acho que não! – respondeu ela – assim, tão rápido?
– Por que não? Já temos certeza do que queremos. 

Essa foi uma parte do diálogo que tiveram no segundo dia de namoro, quando estavam numa pizzaria. Se fosse hoje, talvez ele fizesse um pedido um pouco diferente, quem sabe usando alguns recursos tecnológicos. Mas, isso aconteceu há mais de 27 anos atrás.
Ela tinha 25 anos e ele, 26. Já sabiam mesmo o que queriam? Sim, com certeza! A fé em Deus confirmara isso em seus corações e um pouco do que tinham vivido já ensinara ambos a escolherem melhor os passos a serem dados.
Ela tivera medo e desprezo por esse passo anos atrás, quando presenciava as brigas entre seu pai e sua mãe. Casar para quê - pensava ela anos antes – para viver num inferno? Até que aos 20 anos, conheceu pessoas que tinham um casamento baseado no amor e respeito. E claro, desejou ter aquilo também. Quem não quer ser feliz?
Tinham sido apresentados no ano de 1985, porém nunca pararam para conversar de verdade, somente cumprimentos à distância e nada mais. Mas a figura dela o agradava, lhe era simpática. Em primeiro de abril de 1989, finalmente seus olhares se cruzaram e ele a “enxergou” de verdade. Plano divino para a vida de uma garota que não acreditara no casamento, mas que naquele momento sonhava em viver um grande amor, ser querida e respeitada por alguém que a quisesse para a vida inteira, não somente por alguns instantes.
Mas, por que casar assim tão rápido? Por causa da profissão dele, não seria possível estarem juntos para se conhecerem de verdade presencialmente por mais nove meses até que ele voltasse de viagem, pois era marítimo e fazia longas viagens ao Japão naquela época. A forma de estarem juntos e se conhecerem melhor era mesmo casando e estando com ela em qualquer lugar do mundo sempre que fosse possível. Esse foi o principal motivo do pedido. Mas também porque não eram mais crianças e sabiam o que queriam.
Casaram-se dois meses e meio depois. Se foi chocante a decisão de casar assim, rápido? Claro que sim! As pessoas que viviam ao redor tiveram dois tipos de reação: algumas ficaram muito felizes e empolgadas com a ideia e outras ficaram chocadas e preocupadas. Teve gente que imaginou que ela estivesse grávida. Teve gente que achou que ela estivesse desesperada para casar, mas não estava, achava até que nunca fosse acontecer e estava meio conformada com essa ideia, afinal, fazia cinco anos que não namorava ninguém.
Casaram-se e foram namorar, descobrir as preferências um do outro, as atitudes em relação à vida, o jeito de ser frente às dificuldades, enfim, se conhecer de verdade. Há casais que namoram por anos e não ficam muito tempo casados.
Casaram-se e a casa tinha o quarto completo, fogão, geladeira e uma mesa na cozinha – o básico necessário para iniciar uma vida a dois, mas já tinham muito amor um pelo outro. Com o tempo, foram juntos adquirindo a mobília para os demais cômodos da casa e o legal nisso, é que já sabiam um pouquinho do que o outro gostava.
Casaram-se e estão juntos há mais de 27 anos. Apostaram na felicidade, sentiram-se no direito de serem amados, optaram por trilharem juntos a vida a dois, acreditando no amor e na cumplicidade. A maioria das decisões que tomaram ao longo desse tempo, foram em conjunto (exemplo: quanto a comprar algo para casa). Impossível andar juntos se não houver acordo, isso é bíblico.
Casaram-se e a paixão dos primeiros tempos foi transformada em amor. Construíram uma família pequena por escolha de ambos. É óbvio que enfrentaram muitos problemas durante essa jornada, mas completam-se e nos momentos mais difíceis se unem para dar a volta por cima.




Essa é minha história de vida junto ao meu marido. Com ele aprendi a amar de verdade e a me entregar de corpo e alma à nossa relação.

Minha gratidão é pela vida e pelas escolhas que fiz ao longo dela.
Gratidão também pelo amor que recebo e retribuo.




Este post participa da Blogagem Coletiva Semanal #52semanasdegratidão de Elaine Gaspareto, cujo objetivo é valorizar e compartilhar nossas pequenas e grandes alegrias... nossas vivências e aprendizados.





*** O casal Amar é… foi inventado por Kim Grove Casali. A criação veio com bilhetinhos amorosos que enviava para seu futuro esposo Roberto Casali na década de 60. A partir daí, as figuras ganharam fama no jornal Los Angeles Time. Até hoje, pode ser encontrado em bancas, editores e na internet.